Ana Beatriz&Raphael

SÁBADO, 12 DE SETEMBRO DE 2026 ÀS 13:30

Faltam 133 dias

Ana Beatriz & Raphael

Programação

Traje

Passeio Completo

Para eles, terno com gravata. Para elas, vestido longo ou midi sofisticado. É o traje das grandes ocasiões — sem chegar ao rigor do black tie.

Elas

Vestido longo ou midi sofisticado, em tecido nobre. Salto alto ou scarpin. Acessórios discretos e elegantes. Nada de branco, off-white e nude muito claro — cores reservadas à noiva.

Eles

Terno, camisa social branca ou de tom claro e gravata. Sapato social fechado, de couro. Lenço no bolso é bem-vindo; gravata-borboleta, não.

Nossa história

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2011 · Os cabelos no IESB

Tudo começou numa oficina de teatro, em agosto de 2011 — daquelas que você faz na faculdade para conseguir as horas complementares, mas mudou tudo. Logo nos primeiros encontros, Raphael ficou obcecado pelos cabelos da Ana Beatriz e mal conseguia disfarçar o olhar. Foi paixão à primeira vista, na sua versão mais sem-jeito. Ana, meio assustada com a intensidade do rapaz, ainda assim deu uma chance.

O "primeiro encontro" nem era pra ser um encontro. Era um grupo de amigos indo pra extinta boate Caribenho, onde a Ana ia toda semana dançar zouk. No fim, o grupo desmarcou e sobraram só os dois. O Rapha, que não dançava nada, passou a maior parte da noite encostado no balcão, vendo a Ana rodar com outros cavalheiros.Após o encontro, chegando em casa, mandou aquelas mensagens lamentando por nada ter acontecido. A resposta dela entrou pra história — e até hoje é lembrada: "Se eu quisesse que algo acontecesse, EU teria feito acontecer."

Foi o PIOR FORA DA VIDA, e ele já estava prestes a desistir quando a Ana, resolveu dar uma segunda chance para o moço, mais do que isso, ela cumpriu suas palavra e fez acontecer: deu o empurrão que faltava e em 24 de agosto de 2011, depois de Flamengo 1 × 0 Atlético-PR (gol de Ronaldinho Gaúcho, o único jogo de futebol que o Rapha lembra alguma coisa), veio o primeiro beijo.

2016 — 2020 · A distância

Depois de quatro anos juntos, justo quando o Rapha começava a planejar o pedido, veio a virada de roteiro: a Ana passou pra UFMS e foi morar em Campo Grande. Foram quatro anos com visitas frequentes ao aeroporto — visitas mensais marcadas com antecedência, voos calculados como missão, e a regra inegociável de que aniversário, dos dois, era pra ser comemorado lado a lado, custasse o que custasse. Era difícil, mas a gente fazia funcionar.

2020 · A pandemia que aproximou

2020 chegou e abriu uma fresta inesperada. Com o trabalho do Rapha virando remoto desde o início do ano, ele fez as malas e foi pra Campo Grande. Era pra ser temporário, até a empresa chamar o pessoal de volta — mas a gente já tinha decidido que voltar a viver na mesma cidade não tinha mais como ser provisório.

2022 · O sim no cartório

Campo Grande não foi nossa cidade. A vida pacata demais, parada demais — assim que Ana terminou a sua formação, Brasília chamou de volta, e a gente atendeu. Em 11/11/2022, fechamos o capítulo do "namoro" no cartório, num casamento intimista pra pais, irmãos e um casal de amigos representando todos os outros que ainda viriam. Foi a promessa oficial — guardando a festa pra um momento que valesse a espera.

2025 — 2026 · Eleonora chega

No meio do caminho, um sonho virou realidade. A Ana engravidou em 2025, e em fevereiro de 2026 a Eleonora nasceu. Olhar pra ela é entender que cada decisão difícil dos 15 anos — as viagens, as mudanças, os sins e os foras — levaram exatamente a esse momento.

2026 · 15 anos juntos

E aqui estamos. Em outubro completamos 15 anos desde aquele beijo na noite do gol do Ronaldinho. A festa que a gente sempre quis fazer finalmente vai acontecer, do jeito que sonhamos: com a casa cheia, com vocês, e com a sensação de que cada passo torto valeu a pena.

Vocês fazem parte dessa história.

Esperamos vocês.

Lista de presentes

Perguntas frequentes

Q?

A